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Bençãos da Deusa — Minha Retrospectiva RPGística Parte 1: O que rolou em 2020

Retrospectiva RPGística

2020 foi um ano atípico para todo mundo, e pra mim não foi diferente. Meu trabalho virou homeoffice, fiquei de quarentena desde a metade de março, sem ir nem ao supermercado, pois sou grupo de risco. Definitivamente não foi um bom ano de forma geral. Mas foi um ano de muito RPG, MUITO MESMO! Nunca joguei tanto na minha vida, e acho que nunca joguei tantos RPGs diferentes também. Presa em casa, o RPG me ajudou a passar o tempo e a encarar esse período de aflições e insegurança, e vou fazer com vocês uma retrospectiva RPGística desse ano louco.

Janeiro e Fevereiro

As coisas ainda estavam relativamente normais. Aqui em casa, acompanhávamos as notícias de outros países e sabíamos que chegaria aqui. Álcool gel já fazia parte da nossa rotina quando o primeiro infectado foi anunciado. Estava jogando Deadlands e 13ª Era, além do grupo fixo de Tormenta RPG – A Libertação de Valkaria. Chegamos a impedir que uma amiga que voltava da Europa viesse jogar presencialmente em casa. 

Março e Abril

As mesas presenciais viraram todas mesas online. Também recebi o convite do Thiago Rosa para uma mesa de Tormenta Alpha, que obviamente aceitei. O que era para ser uma mesa pessoal, entre amigos, se tornou uma stream semanal no canal da Jambô Editora na Twitch. Joias para Lamashtu se tornou um dos grandes incentivos na minha vida: a mesa incrível composta por Carine Ribeiro, Glauco Lessa, Rafael Pelluso, além de mim e do Thiago, cativou uma galera fiel, toda semana presente nas stream – e fora dela: rendeu ainda a “Guilda dos Fanfiqueiros de Joias”. Era o primeiro aviso de que o RPG começaria a tomar conta de minha vida como nunca antes.

Maio

Depois de assistir uma live com Felipe Della Corte e Thiago falando da Jornada Heroica – que até então eu não estava dando muita bola – entrei em um hype gigantesco. Assim, descobri a Organização Secreta no discord, na época não tão cheia e um espaço delicioso para… hypar. Foi um espaço importante de debate, troca de ideias, enfim. Era o ambiente que eu precisava. Para fechar o mês com chave de ouro, dia 29 saiu a primeira versão final do Tormenta 20. Foi o que me fez sair de dois meses de letargia e “pôr a mão na massa”.

Junho

Já no dia 1º de junho eu jogava minha primeira mesa de Tormenta 20. Eu e um grupo de malucos, liderados pelo Daniel Duran, que topou adaptar “Dia de Tormenta” pro recém saído T20, nos aventuramos neste sistema até então desconhecido. A one-shot virou uma “quadri-shot” e nos divertimos demais conhecendo o sistema juntos. Também acabei organizando um mini evento de aniversário do servidor na mesma semana, e mestrei Tormenta 20 também. Foi o mês em que comecei o meu próprio canal na Twitch, para falar de RPG e afins. Também tive a felicidade de jogar uma one-shot de Sakura Card Captors pra 3d&T que foi resolvida com uma festa ao invés de combate: foi incrível! Finalzinho do mês também criamos um grupo para jogar Apocalipse World, que eu até então desconhecia. Mas os jogos só começaram em julho….

O segundo semestre de 2020 foi ainda mais insano, mas isso eu conto pra vocês no mês que vem. Que vocês tenham um 2021 recheado de RPG, assim como foi o meu 2020, e até janeiro!

Dragão Brasil 162: overview da edição de dezembro

Capa da DB de dezembro - edição 162

Prontos? Então, aqui vai o overview da Dragão Brasil 162, a edição de dezembro!

Matéria de capa e principais destaques

Na matéria de capa alternativa da Dragão Brasil 162, Thiago Rosa traz o culto de Lamashtu para 3D&T e Tormenta20. A matéria tem uma ilustração inédita feita pelo Samuel Marcelino.

CAPA ALTERNATIVA DA EDIÇÃO 162

Além disso, a Dragão Brasil 162 conta com:

  • Dicas de Mestre: Paladino nos fala sobre grupos equilibrados numa aventura, o que são, se o equilíbrio faz bem mesmo para o jogo e quais são os principais impactos.
  • Toolbox: Leonel Caldela trouxe o impacto dos cliffhangers na aventura e como utilizar o recurso para criar suspense e fisgar o público.

recorte da edição 162 da DB

  • Caverna do Saber: Felipe Della Corte nos falou sobre como encontrar o equilíbrio de ND ideal para o seu grupo em T20.
  • Gabinete de Saladino: Rogerio Saladino nos traz uma lista com os melhores de 2020.
  • Além disso, temos a nova coluna da DB: Os Gloriosos Diários de Arius Gorgonius Dubitatus, personagem de Fim dos Tempos, jogado por Guilherme Dei Svaldi, que traz uma visão única sobre as aventuras da mesa canônica de Tormenta20 mestrada por Leonel Caldela.

Notícias do Bardo

A Dragão Brasil 162 também traz as tradicionais Notícias do Bardo, que anunciaram os recordes que o RPG vem alcançando no financiamento coletivo brasileiro com as campanhas “Ordem Paranormal: enigma do medo” e “Nerdcast RPG: Coleção Cthulhu“.

Resenhas

Também como de praxe, temos resenhas na Dragão Brasil 162. Felipe Della Corte resenhou o comentado jogo Cyberpunk 2077 e Davide Di Benedetto falou sobre O Mandalorian.

Outros destaques

E enfim, temos os demais destaques. No Pergaminhos dos Leitores, os apoiadores mandaram suas dúvidas e comentários para serem respondidos pelos editores e colaboradores na edição.

No Pequenas Aventuras desta edição, o Davide Di Benedetto nos leva para A Lei do Tear. Enquanto em Chefe de Fase, o Thiago Rosa nos trouxe informações de como utilizar O Mandaloriano em aventuras.

Na adaptação de dezembro, que é capa da edição, o Bruno Schlatter trouxe como adaptar Yakuza para 3D&T e Karyu Densetsu.

a adaptação do mês da DB

Nesta edição, temos o conto “Alado” de Marcela Alban. A tradicional Gazeta do Reinado traz notícias do mundo de Arton.

No Encontro Aleatório, Glauco Lessa falou sobre tipos de RPGistas. Bem como em Tesouros Ancestrais, Marlon Teske, Saladino, Marcelo Cassaro e Eduardo “Cavaleiro Morto” nos trouxeram a segunda parte das regras para adaptar Holy Avenger para 3D&T e Tormenta20.

Sobre a Dragão Brasil

A Dragão Brasil é uma revista de RPG, literatura fantástica e cultura nerd. A princípio, vendida nas bancas na década de 90, ela está de volta desde 2016 em formato digital, sendo desenvolvida pela mesma equipe dos primórdios. Todos os meses, traz conteúdo inédito de grandes nomes do mercado nacional com adaptações, contos, resenhas, notícias e dicas para mestres e jogadores.

A revista é mantida por meio de financiamento coletivo recorrente, ou seja, ela existe graças aos leitores! Seja você também um dos nossos apoiadores e receba conteúdo exclusivo todos os meses! Quanto mais pessoas se unirem a nós, mais metas serão batidas e melhor a revista fica. A partir de R$ 7, você já garante sua revista e nos ajuda neste projeto!

Mestrar RPG: Ideias comuns que não são bem verdades

mestrar rpg

A função de mestrar RPG é vista como uma das mais centrais no hobby. Em particular, a ideia do “bom mestre” de RPG tem um aspecto quase lendário – algo que todo grupo de amigos querendo jogar RPG busca e um título muito almejado.

Porém, o RPG não depende de “bons mestres”. Imagina o quão limitado seria um jogo que você só pudesse jogar com alguém que é muito bom nele? Um “bom mestre” em um grupo com má vontade nada pode fazer. Aliás, é exatamente por isso que o RPG funciona tão bem: ele não depende de uma pessoa para que seja divertido e emocionante, e sim da colaboração de todos no grupo.

Já falamos aqui sobre como é fácil começar a mestrar RPG, mas ainda assim alguns mestres sentem que precisam desenvolver habilidades para serem “bem sucedidos”. Não há nada de errado em querer melhorar em uma atividade que gostamos de fazer. Mas também isso não significa que lhe falta algo ou que você seja “ruim”.

Esse sentimento normalmente é produto de algumas crenças que a comunidade tem sobre o papel do mestre e que eu vou tentar desconstruir nesse artigo.

O mestre é responsável pela diversão do grupo

A atribuição mais difundida sobre o papel do mestre de RPG é, também, uma das mais absurdas: “O mestre é responsável pela diversão dos jogadores”. Isso significa que, se um grupo de 4 a 6 pessoas joga uma sessão de RPG de cerca de 4 horas que não é divertida, então a culpa é somente de uma pessoa — do mestre. Isso também dá a ideia de um papel mais “servil”: o mestre joga RPG para entreter os jogadores. E essa ideia muitas vezes os leva a priorizar a diversão dos outros ao invés da própria.

Não parece injusto?

Primeiramente, diversão é algo difícil de definir. Como saber se uma sessão de jogo foi divertida? Normalmente temos uma resposta circular: “a sessão foi divertida se todos se divertiram”, mas o que isso quer dizer? Para muitos grupos, a sessão foi divertida se houveram momentos em que todos deram risadas ou comemoraram, mas e para jogos com um tom diferente, como drama ou horror? Na prática, cada pessoa tem uma definição diferente do que é divertido — seja derrotar inimigos, investigar mistérios intrincados ou criar relacionamentos com outros personagens.

Além da dificuldade da definição, que varia de pessoa para pessoa, também existem inúmeros fatores fora do controle do mestre que influenciam a diversão. Alguns jogadores podem estar cansados e sem energia para jogar, o grupo pode não estar gostando do sistema do jogo, problemas pessoais podem impedir que um jogador preste atenção, o próprio mestre pode estar com um bloqueio criativo, etc. Às vezes o jogo pode não ser divertido e isso não é culpa de ninguém.

Por fim, devemos lembrar que o mestre também tem coisas que gostaria de ver no jogo. Podem ser personagens que quer interpretar, desafios que deseja ver em cena, etc. Como qualquer outro jogador, ele também joga para se divertir. Portanto, a responsabilidade pela diversão é de todos no grupo: mestre e jogadores devem buscar criar a sua própria diversão, contribuindo para a narrativa, além de facilitar a diversão dos outros integrantes do grupo.

Mestrar RPG é ser o “deus” do mundo do jogo

É muito comum ouvirmos que o “mestre manda”, como se a palavra dele fosse final sobre qualquer assunto e ele não estivesse sujeito às regras. Sob esse ponto de vista, jogadores não poderiam questionar a aplicação de regras e teriam de aceitar qualquer coisa que acontecesse no jogo.

Essa concepção faz sentido, se levarmos em conta que o mestre é o encarregado da aplicação das regras e de narrar como o mundo reage quando um personagem jogador (PJ) faz uma ação, mas será que o mestre tem realmente essa liberdade e poder todo?

Por mais livre que seja o RPG comparado a outros jogos, todos os jogadores, inclusive o mestre, são limitados por diversos elementos, como o gênero do jogo, as regras, o contrato do grupo estabelecido na sessão zero e o que é esperado de cada papel. Em particular, cada jogo define quais são as atribuições do mestre (se houver um) e como devem ser desempenhadas.

No geral, o objetivo do mestre é o de ajudar o grupo a criar uma história interessante com a contribuição de todos na mesa. Não é função do mestre frustrar os jogadores ou impedir os planos dos seus personagens, mas tornar a sua execução mais emocionante. A “autoridade” sobre as regras também varia de jogo para jogo: em Tormenta 20, por exemplo, o grupo inteiro deve concordar com quaisquer mudanças nas regras.

Finalmente, é importante prestarmos atenção em que contexto esse tipo de afirmação aparece. Assumir a postura de “eu sou o mestre, eu mando” para resolver desavenças no grupo nunca é uma saída saudável. Seus jogadores vão apenas se frustrar, o jogo vai deixar de ser divertido ou eles vão parar de jogar com você. Conversar com o grupo e chegar a um consenso é sempre o melhor caminho.

Mestrar RPG é contar uma história para os jogadores

Outra ideia bastante difundida é a de que o mestre conta a história do jogo para os jogadores. Certamente, para quem olha um jogo de RPG de fora, esse parece ser o caso. É o mestre quem está falando na maior parte do tempo, enquanto os jogadores escutam atentamente antes de declarar suas ações, mas tem muito mais acontecendo aí.

Mesmo que o mestre controle todos os outros personagens, os protagonistas do RPG são os PJs. São eles que têm o maior poder de decisão sobre a direção que a história vai tomar e o mestre não pode e nem deve tentar controlar suas ações. Por esse motivo, tentar contar uma história pré-estabelecida para os jogadores no RPG é uma atividade extremamente contraproducente.

Isso não significa que o mestre não pode preparar a aventura. A preparação – tópico que varia muito de mestre para mestre – ajuda a reagir melhor às ações dos PJs e a ter coisas interessantes para narrar, mas ela é uma ferramenta auxiliar, não algo a ser seguido à risca.

É importante ter em mente que a história é um produto da interação do mestre e dos jogadores com as regras do jogo – e não algo que alguém pensou antes como deveria ser. Por isso ignorar regras em prol da “história” não faz sentido: a história é o que está sendo criada ali, naquele momento, abrace ela.

Mestre, nada mais que um jogador

Certamente existem outras ideias nocivas sobre o papel do mestre (que talvez até justifiquem uma segunda parte desse artigo) que fazem a tarefa parecer mais difícil do que ela é, mas essas três são bem populares e costumam ser fontes de insegurança para muitos novatos.

Dito isso, assim como os jogadores, o mestre de RPG tem responsabilidades. Por exemplo, é ele quem equilibra quanto “tempo de tela” cada PJ tem, permitindo que todos tenham uma chance de contribuir para a história. Também é quem dá a base para o tom do jogo, garantindo que a história se mantenha consistente.

Enxergar o papel do mestre apenas como um jogador diferente nos permite encarar a aventura com a leveza necessária para apenas sentar com os amigos e se divertir. Por isso, não perca tempo procurando um “bom mestre” para o seu grupo de amigos: leiam o livro do jogo, decidam quem será o mestre e comecem a viver histórias fantásticas juntos.

*****

Mestrar  RPG é uma tarefa muito mais fácil do que parece, mas algumas crenças sobre isso pode nos deixar bastante inseguros para assumir esse papel. Que dica você daria para alguém que está com dúvidas sobre mestrar?

Almanaque Dragão Brasil — últimos dias!

Pela primeira vez em mais de uma década, a Dragão Brasil receberá uma versão impressa!

Está chegando ao fim mais uma das iniciativas de 2020 da Jambô: o Almanaque Dragão Brasil.

Uma versão especial da revista, que será impressa em papel de alta qualidade e totalmente colorida. Inicialmente, o Almanaque terá 96 páginas — mas esse número pode aumentar! Como se trata de um modelo dentro da plataforma de financiamento APOIA.SE, Quanto mais pessoas participarem, maior e melhor ficará o Almanaque. Você pode participar aqui.

Esse é um produto único e comemorativo, que terá uma tiragem limitada e não será reimpresso! Ele é uma celebração dos quatro anos do retorno da revista em formato digital, quando a edição digital 112 foi publicada em Novembro de 2016, sob o comando de ninguém menos do que o Incrível Dr. Careca, JM Trevisan.

Dragão Brasil? Aquela revista de banca?

Isso mesmo! A DB nasceu em 1994, como um projeto de Marcelo Cassaro, na época editor das revistas Gamers e Progames. Ele queria fazer um projeto de RPG totalmente nacional, em resposta à publicação traduzida da Dragon Magazine, onde já trabalhava Rogerio Saladino. Mais tarde, Trevisan se juntou à equipe que viria a ser conhecida como “Trio Tormenta”.

A Dragão Brasil teve mais de cem edições até ser descontinuada no início de 2007, e levou a praticamente todo território brasileiro matérias e adaptações de RPG, contos de fantasia, ficção científica, histórias em quadrinhos e claro — nosso amado cenário Tormenta, que nasceu nas páginas da edição nº50.

Depois de seu retorno triunfal no formato digital, em que conta com mais de 2500 assinantes, achávamos que estava na hora de sentir novamente o gostinho (ou cheirinho?) da impressão em papel, para honrar o passado glorioso e o futuro promissor da mais importante publicação nacional de RPG.    

Quais matérias serão publicadas?

Essa é a parte mais legal:  o Almanaque será uma curadoria das melhores matérias da edição 112 até a edição 150, feita por nossos estimados Conselheiros. Foram oito votações no grupo dos conselheiros para definir as matérias que entrarão na publicação impressa. Além disso, Almanaque trará uma matéria de capa inédita e exclusiva sobre a Grande Guerra Artoniana, além de algumas surpresas que vamos revelar só no final da campanha de vendas.

Eu quero! Como consigo o meu?

Você pode adquirir seu Almanaque Dragão Brasil fazendo um apoio turbinado no site da revista e aproveitar para já garantir as edições de Novembro e Dezembro — que será lançada dia 30/12.Mas, corra! A campanha do Almanaque se encerra dia 31/12 às 23h59, e não estará mais disponível depois disso! Vai ficar de fora dessa aventura épica?

“Background misterioso”: A preguiça do jogador e a vingança do mestre

background em rpg

A história que vou contar hoje vem com uma lição de moral que TODO jogador de RPG deveria levar para a vida: a importância de criar um background para o seu personagem.

Cadê o backgroud que devia estar aqui?

Eu mesma era muito preguiçosa para criar uma história antes da aventura, um porquê o meu personagem estar ali, suas motivações, passado trágico, medos, amores… Tenho amigos que faziam um verdadeiro conto épico com datas, nomes e árvore genealógica. Um orgulho!

No entanto, tive um amigo que não se preocupava muito com isso e acabou criando o background mais preguiçoso e clichê de todos. Nem preciso resumir, ele era um mago que não se lembrava do seu passado, não tinha pais e havia sido criado por um homem que virou seu mestre. Fim.

O mestre (um daqueles amigos que desenvolve uma história fantástica a cada personagem que joga), sádico como é conhecido, até deu a chance dele criar algo a mais para incrementar o personagem, mas o inocente disse que já estava bom.

Foi com o sorriso do mestre seguido de “Você que sabe” que me fez perceber que o coitado do mago (preguiçoso, mas coitado) seria o alvo da vez.
Vocês já se ferraram muito no RPG? Tipo, tudo de ruim que poderia acontecer, acontecia logo com o seu personagem? Mas não pergunto isso sobre um dia de campanha, ou uma luta/desafio específico. O mago se ferrou a campanha inteira. INTEIRA.

“Não ter um background me dá liberdade para criar o que eu quiser.”

O mago perdeu suas magias, descobriu que seus pais faziam parte de uma organização do mal e que o abandonaram, teve um arco todo de busca ao seu mestre que estava preso numa gruta, em tamanho gigante, sendo comido vivo por vermes e morrendo na frente do nosso amigo ferrado depois de um triste discurso. Esse último foi traumatizante (rindo de nervoso aqui).

Eu morria de dó, claro, mas me divertia a cada expressão de tristeza do mago quando o mestre começava a rir malignamente na rolagem de dados. Teve uma vez que ri muito porque (não lembro o porquê) ele ficou careca, como um cosplay chateadíssimo do Ripp (Ledd). Mas a gozação deu lugar à caridade, e minha paladina de Thyatis (sim, a zumbi) doou parte do seu cabelo para que o companheiro de aventura usasse como peruca.
Ficou ridículo, pelo menos na minha imaginação.

Lição dada, lição aprendida

Apesar dos pesares, o mago fez uma campanha muito boa! Conseguiu se reinventar, criou formas de usar sua magia limitada em situações de perigo e salvou nossas vidas. Por fim, a sua jornada foi a mais épica e acabou sendo o ponto principal da nossa campanha em certo ponto. Mesmo que ele não tivesse se esforçado tanto e preferisse ser apenas um personagem sem grandes histórias que queria se aventurar,. Daria um ótimo livro.

Não joguei novamente com esse amigo depois, mas fiquei sabendo que ele mudou muito e que hoje cria histórias mais consistentes e bem amarradinhas, movido pelo medo de ser torturado novamente.

Não há problema algum em ter um personagem misterioso e com um passado que precise ser um segredo, isso também é background. Meu conselho é que conte pelo menos ao mestre a sua história e deixe que ele te ajude a manter o enredo e enriquecer ainda mais o seu personagem.

Não seja preguiçoso e boa campanha!



Baú Referencial: Muv-Luv Alternative

Os horrores da Invasão Beta para Brigada Ligeira Estelar

Em Brigada Ligeira Estelar, a seção Baú Referencial não traz adaptações de cenário — ele busca, em outros animes, ideias e conceitos aplicáveis à ambientação.

E a franquia Muv-Luv Alternative vive um bom momento em particular para isso: enquanto lá fora foi anunciada uma nova animação para 2021 (Muv-Luv Alternative: The Animation), por aqui temos um de seus derivados sendo exibido em TV aberta: Scharzesmarken, na Rede Brasil.

Tendo em conta as origens do cenário, não deixa de ser surpreendente: tudo nasceu como um mero… eroge (ou seja, um jogo erótico) escolar. Mas conseguiu uma surpreendente migração para o mainstream.

E quem não conhece a série deve estar achando que perdi o juízo.

Como Assim… Eroge?

A primeira série — Muv-Luv Extra — era um simulador de romance escolar aonde o protagonista se envolveria com várias meninas. Contudo, a cada jogo novo, ele pularia para outra linha de tempo alternativa.

No segundo jogo — Muv-Luv Unlimited — ele cairia em um cenário de história alternativa com invasores alienígenas e robôs gigantes. Mas, para surpresa geral, eles chamaram a atenção de um público maior.

Assim, foram feitas versões dos jogos sem cenas de sexo — e veio Muv-Luv Alternative, ambientada nessa linha de tempo nova, tornando-se uma franquia de mecha bem sólida por si só.

Hoje, Muv-Luv Alternative nos traz mangás, light novels, um RPG com dois suplementos até agora, dois animes (Muv-Luv Alternative: Total Eclipse e o citado Schwarzesmarken) — e, claro, videogames.

O Mundo de Muv-Luv Alternative

Uma raça monstruosa — os BETA — foi avistada em Marte em 1958, chegando à Lua em 1967… e à Terra em 1973, sabe-se lá como.

Aparentemente eles não são uma raça inteligente mas, sim, uma espécie de praga cósmica — se multiplicando como formigas e destruindo tudo pelo caminho.

Agora a humanidade está à beira da extinção, dependendo de pilotos de robôs gigantes para tentar virar a mesa. No entanto, a maior ameaça pode não ser os monstros — mas os próprios interesses políticos e militares humanos…

Para piorar, a Guerra Fria não acabou.

Em Total Eclipse, acompanhamos um grupo de pilotos de provas trabalhando para desenvolver um equipamento experimental capaz de mudar os rumos da guerra. Já em Schwarzesmarken, acompanhamos a linha de frente em uma Alemanha Oriental (mal-)escrita como se fosse uma extensão da Alemanha Nazista.

E em Brigada Ligeira Estelar?

Temos duas possibilidades aqui. A primeira, e mais óbvia, é a frente Proscrita.

É presente tanto em Total Eclipse quanto em Schwarzesmarken. Claramente é uma Ficção Científica Militar de tom árido (recomendamos uma olhada aqui e aqui), aonde os personagens podem ter mortes horríveis e golpes de misericórdia podem ser uma bênção.

Uma abordagem funcional é enxergar os Proscritos como se fosse uma força da anti-natureza, existindo apenas para matar e destruir. O suplemento Arquivos do Sabre pode ajudar nesse sentido.

Há referências úteis nesse sentido. Por exemplo, os Zygoteanos do cult A Odisseia da Metamorfose, de Jim Starlin: eles invadem mundos para explorá-los e abandoná-los, deixando-os sem vida.

A Campanha do Lado Sombrio

A segunda possibilidade é uma campanha nos moldes de Scwarzesmarken.

Nela, vocês não são necessariamente maus, mas trabalham para forças sombrias e estão sujeitos à suas intrigas e decisões mal-intencionadas. Por exemplo, imaginem um esquadrão de pilotos novatos da Guarda Regencial de Tarso com o cérebro formatado pelo discurso supremacista local.

Quem sabe, em um “gesto político de boa vontade”, eles sejam cedidos para a frente proscrita.

Mas e se isso na verdade tiver sido feito com o objetivo de encobrir um plano de espionagem e roubo de tecnologia inimiga com as bênçãos do empresariado tarsiano?

Dessa forma, temos tudo: personagens bois-de-piranha, superiores nada confiáveis e a certeza de se estar trabalhando com os vilões e nada poder fazer.

Por último: eu não poderia ser honesto com o material sem abordar esse aspecto…

Seja Sexy!

Apesar do reposicionamento da marca, originalmente Muv-Luv era um eroge e assim, alguns desses elementos se tornaram parte de sua identidade.

Dessa forma, temos o motivo de termos muito mais mulheres do que homens nos esquadrões. Ou dos trajes de pilotos serem colantes e tão… reveladores quanto aos atributos físicos de cada um.

Lembrem-se então: personagens jovens, bonitos e com os hormônios borbulhando são obrigatórios. As tramoias de bastidores se confundem com as tensões sexuais. Jogos narrativos como Monsterhearts podem emprestar ideias para essa dinâmica na mesa de 3D&T.

No entanto isso ainda é uma campanha de robôs, com muitos combates. Não deixem isso se tornar um Eroge na mesa de jogo — mas se vocês preferirem assim, não temos nada a ver com isso e já não é mais assunto nosso…

Até a próxima!

Twitter de Brigada Ligeira Estelar: https://twitter.com/BrigadaEstelar
Blog oficial de Brigada Ligeira Estelar: https://brigadaligeiraestelar.com/

Instagram de Brigada Ligeira Estelar: https://www.instagram.com/brigadaligeiraestelar

Podcast Dragão Brasil 79: Build Cyber Ninja

Direto do pendrive de hackers bugados, chegou seu podcast favorito!

Na última edição do ano, Karen nos conta a traumática experiência de receber a maior ofensa da vida na internet; Della e Trevisan passam um bom tempo discutindo os pontos altos, médios e muito baixos de Cyberpunk 2077; e Camila Gamino entrega o que resta de sua alma a World of Warcraft! Também sobrou uma boa dose de besteira e tempo para responder as dúvidas dos Conselheiros! O podcast entra em recesso para as festas, mas volta em breve (menos o Trevisan, que vai estar de férias)!

Para escutar, clique no player acima.

Para baixar, clique no link correspondente com o botão direito e escolha “Salvar como”.

Se quiser ainda mais conteúdo, assine a Dragão Brasil. Assim, receberá mais de 100 páginas de RPG e cultura nerd todos os meses: dragaobrasil.com.br

Twtich da Jambô: twitch.tv/jamboeditora

Créditos
Participantes:
J. M. Trevisan (Twitter | Livros), Karen Soarele (Twitter | Livros), Felipe Della Corte (Twitter), Camila Gamino (Twitter)
Edição: Adonias Marques (Instagram)

A Deusa no Labirinto: Quando a fantasia critica a realidade

a deusa no labirinto

De animais falantes dispostos a livrar uma fazenda do terrível fazendeiro no clássico de George Orwell a um estado escravagista liderado por minotauros em A Deusa no Labirinto, a literatura usa do fantástico para trazer a tona discussões reais. Uma leitura, a princípio por puro entretenimento, pode levar o leitor a repensar a sociedade na qual está inserido e levanta discussões cobertas com magia e ação. 

Ficção e realidade

Ler um livro é sempre uma surpresa. Mesmo quando o gênero é claro, muitas vezes somos surpreendidos por assuntos reais e atuais contados de maneira fantástica, romântica e até mesmo aterrorizante. Utilizar a ficção como uma forma de demonstrar opiniões políticas, críticas sociais ou exemplos de superação é tão comum como beber um copo de dinamite pangaláctica. A referência não é gratuita: O Guia dos Mochileiros das Galáxias, de Douglas Adams, critica de burocracia à religião usando humor non sense para destacar o quanto o mundo e a sociedade da realidade podem ser absurdos.

Não que a literatura não possa ser criada visando apenas o entretenimento. Eu mesmo já escrevi textos guiados a recreação das pessoas. Um livro pode ensinar e divertir, muitas vezes (e aí está a genialidade da coisa) ensinar enquanto diverte. E essa é a marca de uma grande obra de gêneros como ficção científica, terror ou fantasia.

A Deusa no Labirinto: A fantasia com contexto 

A fantasia épica dispõe de mundos fantásticos, com religiões, espécies, raças e problemas criados em um universo concebido na mente do escritor. Em A Deusa no Labirintohttps://blog.jamboeditora.com.br/produto/a-deusa-no-labirinto/, Karen, Soarele transporta discussões globais para dentro de Arton, utilizando elementos de Tormenta para contar um trecho sórdido da humanidade.

A escravidão é um dos assuntos impossíveis de não serem discutidos. Ainda hoje, vemos reflexos claros dessa época cruel e suas consequências, como a violência e a normalização do racismo para os descendentes de humanos escravizados. Não deixar o passado morrer e brigar por igualdade é uma das lutas travadas diariamente por toda uma sociedade refém dos estragos causados por séculos de submissão. 

Não só o povo africano, os indígenas também sofreram sob o domínio dos brancos, e a autora deixa claro a indiferença dos escravistas quanto aos seres dominados, tratando o julgamento taurico por uma questão do forte contra o fraco, do poder contra a fraqueza.

Utilizando o medo, degradação e miséria causados por guerras antigas e a Tormenta, os minotauros usam a desculpa da proteção do exército mais forte do mundo e a cidade mais protegida, bem estruturada e em desenvolvimento constante, para permutar a serventia dos seres artorianos por uma humilhante segurança

“Uma vida de submissão, mas uma vida de segurança”

No livro, uma clériga (a velha conhecida Gwen, de A Joia da Alma) devota de Tanna-Toh, se infiltra em Tiberus, a capital do Reino Tapista e um centro escravagista, com a missão de implodir o Império militar taurico.

A intenção da clériga é objetiva: livrar humanos, elfos e qualquer criatura da tirania bovídea. Apesar de fantástica, a rotina fictícia dos escravos nos leva de volta a tempos tirânicos, remetendo a mente do leitor a vil escravidão.

Chicoteamento, encarceramento, submissão e desprezo são rotinas na cidade protegida por Tauron, o deus da força. Mesmo os escravos mais leais (mães dos filhos do patrono, inclusive) recebem chibatadas mensalmente com o intuito de lembrá-los de onde estão e quem são. Nesse ínterim, Appius, filho de um poderoso senador, se mostra um abolicionista ferrenho, contrariando os dogmas do pai e a base na qual o estado tirânico está apoiado. De uma maneira objetiva, a autora nos mostra os dois lados da moeda e ensina que o lugar de onde você vem não o define. Mesmo uma debaixo de uma carapuça grossa de couro, existe um ser sensível e disposto a ir contra tudo para defender seu ideal.

A fantasia critica a realidade

A autora descreve com maestria as perversidades sofridas por todas as espécies encarceradas, passeando por vários pontos de vista. O livro vai desde os escravos que são tratados de forma especial pelos seus senhores e por isso exercem uma função privilegiada perante os demais (e com um detalhe importante: isso não faz com que esses estejam livres do chicoteamento), aos escravos comuns, sombras silenciosas numa mansão hercúlea, dos poderosos. E ainda mostra a naturalidade de como tratam a situação como se fossem seres de bondade e preocupação, cuidando de criaturas indefesas. Uma mesma cena sentida por vários corações e mentes, guiados pelo mundo em que vivem e por toda a história oriunda de tempos maléficos. 

E isso nos insere nesse mundo de caos e tranquilidade, medo e segurança, fartura e solidão. Quando percebemos, estamos cerrando os olhos com a dor de uma chibatada, torcendo o nariz com o desprezo e vibrando com uma conquista. 

E tem mais: A autora nos leva para dentro de mentes psicologicamente destruídas pela escravidão. A narrativa nos mostra a veracidade com que uma relação abusiva e torturante, anos de conformidade regada a força e a destruição da personalidade faz. Não são apenas as marcas visíveis das chicotadas e ataques gratuitos que causam marcas. Após umas reviravolta, escravos conseguem fugir e reagem de maneiras diferentes a confusa liberdade. Alguns fogem afoitos, outros se perdem no mesmo e na insegurança e os mais frágeis psicologicamente procuram uma saída rápida para esse turbilhão de mudanças.

Uma história que resume muitas eras

A Deusa no Labirinto ainda modifica o cenário de Tormenta, e uma das qualidades do livro é o poder sucinto da autora de nos colocar a par de um universo gigantesco criado ao longo de vinte anos. Se você nunca leu nada baseado em Tormenta, não se sentirá perdido. Com doses muito bem divididas e informações inseridas em momentos exatos, o livro consegue te deixar a par de centenas de anos em poucas páginas. A leitura é um sedutor convite para se aprofundar no continente artoniano. A leitura cria o desejo descobrir mais sobre Glórienn, as guerras táuricas, o passado dos protagonistas, como surgiu a tempestade… enfim, apesar de ser um dos mais recentes lançamento desse universo, A Deusa no Labirinto é uma excelente porta de entrada para Arton.

Agora quero saber de vocês: depois desse artigo, conseguem lembrar de algum livro que usou uma roupagem para discutir problemas reais? Escreva nos comentários!

Podcast Dragão Brasil 78: A Força do Grande Antigo!

Trazido por cultistas mal-encarados, chegou seu podcast favorito!

No podcast de hoje, J.M. Trevisan compra coisas e dá suas primeiras impressões do Pulse 3, headset oficial do Playstation 5. Além disso, tráz de leve a WWE de volta ao podcast, comentando rapidinho o NXT Takeover: War Games do último domingo. Já Felipe Della Corte confessa vergonhosamente seu tempo sem jogar rpg, enquanto derrete-se falando de fornos e air fryers. Para terminar, Karen Soarele conta tudo sobre este fim de ano maluco, com a entre de Tormenta20 e a campanha de financiamento coletivo monstruosa e ciclópica do Jovem Nerd no Catarse! E claro, a gente ainda conseguiu falar umas besteiras e responder as perguntas dos Conselheiros!

Para escutar, clique no player acima.

Para baixar, clique no link correspondente com o botão direito e escolha “Salvar como”.

Para ainda mais conteúdo, assine a Dragão Brasil. Assim, receberá mais de 100 páginas de RPG e cultura nerd todos os meses: dragaobrasil.com.br

Twtich da Jambô: twitch.tv/jamboeditora

Livro novo de Eduardo Spohr: Santo Guerreiro – Roma Invicta

Créditos
Participantes:
J. M. Trevisan (Twitter | Livros), Karen Soarele (Twitter | Livros), Felipe Della Corte (Twitter)
Edição: Adonias Marques (Instagram)

Nerdcast RPG: Coleção Cthulhu bate recorde nacional de financiamento coletivo

No dia 4/12, foi anunciada uma campanha de financiamento coletivo para comemorar o episódio final do Nerdcast RPG. A campanha intitulada Nerdcast RPG: Coleção Cthulhu é promovida pelo Jovem Nerd em parceria com a Jambô e celebra a aventura dos personagens com uma série de recompensas que incluem romances, graphic novels e estatuetas dos personagens.

O mais incrível disso tudo é que apenas 2 horas após o lançamento, a campanha bateu a meta de R$300.000,00. E em menos de 24h de campanha, quebrou o recorde nacional de valor arrecadado no Catarse!

No momento em que esta matéria está sendo escrita, o Nerdcast RPG: Coleção Cthulhu já arrecadou R$ 5.260.926 e conta com quase 11 mil apoiadores!

Nerdcast RPG: Coleção Cthulhu bate recorde de financiamento coletivo

Atingir 1753% da meta inicial permitiu ao projeto acrescentar muito mais recompensas do que o esperado pelo mesmo valor de apoio, tornando muito mais interessante apoiar neste momento.

Tendo atingido todas as metas estendidas propostas inicialmente, a produção da campanha criou novos círculos de metas estendidas. Neste momento, a campanha conseguiu passar pelo 2º e 3º círculos de metas estendidas.

Agora, o objetivo é fechar o 4º círculos. Confira todos os detalhes da campanha Nerdcast RPG: Coleção Cthulhu em: http://nerdcastrpg.com.br/

O que é a campanha Nerdcast RPG: Coleção Cthulhu

O Nerdcast é o maior podcast do Brasil! Promovido pelo Jovem Nerd, toda semana, os participantes falam sobre filmes, séries, livros, quadrinhos e outros assuntos.

Uma vez por ano, entretanto, o podcast tem um episódio especial, no qual o elenco vive aventuras épicas. Estes episódios formam o Nerdcast RPG. Na série atual, o Nerdcast RPG está enfrentando os monstros de Cthulhu.

Os três primeiros episódios já estão no ar, você pode escutar aqui. Agora, o quarto e último está chegando. Ele vai ao ar no dia 25/12. E para celebrar, foi lançada a campanha Nerdcast RPG: Coleção Cthulhu!

Nerdcast RPG: Coleção Cthulhu bate recorde de financiamento coletivo

Entre as principais recompensas da campanha estão:

  • Um romance em dois volumes escrito por Leonel Caldela;
  • Uma graphic novel assinada por Fábio Yabu e Fred Rubim;
  • Colecionáveis dos personagens em tamanho real e feitos em metal (o relógio de bolso de Faraday, o crucifixo de Don Azaghal, o soco-inglês de Buffalo, o cantil de O’Flanagan e o caderno de anotações de Venkman);
  • Uma estátua de Cthulhu exclusiva, limitada e numerada.

Além disso, entre as metas estendidas atingidas estavam:

  • Um livro-jogo escrito pela autora Karen Soarele;
  • Artes exclusivas e adição de páginas de histórias nos romances, graphic novel e livro-jogo.

Você pode conferir todos os detalhes da campanha Nerdcast RPG: Coleção Cthulhu e fazer o seu apoio a partir de R$10 neste link: http://nerdcastrpg.com.br/

Podcast Dragão Brasil 77: Adulto aos 45!

Em entrega expressa, chegou seu podcast favorito!

No podcast de hoje, J.M. Trevisan atira pra tudo que é lado e fala de Playstation 5, Star Wars (sem o Gui no elenco, o que é um crime pelas nossas leis), Mandalorian e mais uma porção de coisas. Della vive a aventura da mudança de casa e o drama da volta ao vício em Gloomhaven. E Rafael Dei Svaldi relata uma experiência traumática de viagem no tempo com os Correios, constata que chegou à vida adulta aos 45 anos e nos conta como é o Foundry VTT, mais um aplicativo para jogar RPG de mesa à distância. E tem mais bobagens e as perguntas dos Conselheiros, claro!

Para escutar, clique no player acima.

Para baixar, clique no link correspondente com o botão direito e escolha “Salvar como”.

Para ainda mais conteúdo, assine a Dragão Brasil. Assim, receberá mais de 100 páginas de RPG e cultura nerd todos os meses: dragaobrasil.com.br

Twtich da Jambô: twitch.tv/jamboeditora

Livro novo de Eduardo Spohr: Santo Guerreiro – Roma Invicta

Créditos
Participantes:
J. M. Trevisan (Twitter | Livros), Felipe Della Corte (Twitter),
Edição: Adonias Marques (Instagram | Portfólio)

Nerdcast RPG: Coleção Cthulhu – Jovem Nerd e Jambô Editora unem forças!

Nerdcast RPG: Coleção Cthulhu

Começou! Já está no ar o financiamento coletivo do projeto Nerdcast RPG: Coleção Cthulhu, e a Jambô vai fazer parte dessa jornada produzindo todo o material da coleção. Colaborando com a campanha, você vai estar fazendo parte de uma parceria que nem os Antigos esperavam: a união entre a qualidade do produtos Jovem Nerd com a qualidade dos produtos da Jambô Editora! Você pode apoiar o projeto aqui.

NerdCast RPG, a mesa oficial do maior podcast do Brasil

O público brasileiro de podcast conhece o NerdCast. O programa é o maior e mais renomado do tipo no país, e toda sexta-feira reúne Alexandre Ottoni, o Jovem Nerd, e Deive Pazos, o Azaghal, para conversar com convidados sobre diversos assuntos, como cultura pop, história e tecnologia. O NerdCast RPG é um programa especial no qual os participantes fazem uma mesa do nosso querido hobby. Nessas sessões, eles jogam em um cenário pré-Segunda Guerra Mundial inspirado no mito de Cthulhu, da obra do mestre do horror cósmico H. P. Lovecraft.

A mesa é mestrada pelo maligno Leonel Caldela, um dos criadores de Tormenta e romancista parceiro do Jovem Nerd! Suas vítim… digo, jogadores, são o Jovem Nerd, AzaghalTucanoCarlos VoltorRex e Sr.K.

NerdCast RPG: Coleção Cthulhu — recompensas incríveis por grandes artistas

O aguardado ultimo episódio da campanha vai ao ar no dia 25 de dezembro, e para celebrar o sucesso do NerdCast RPG, foi lançado o NerdCast RPG: Coleção Cthulhu, um financiamento coletivo com a edição definitiva do cenário, além de outras recompensas produzidas com muito cuidado por um time incrível de artistas nacionais!

Dentre elas, teremos um novo romance de Leonel Caldela em dois volumes e uma graphic novel por Fábio Yabu e Fred Rubim! Além de estatuetas, pôsteres autografados e pertences dos personagens em tamanho real. Já em relação àss recompensas estendidas, temos ainda mais uma graphic novel pelos artistas Alice Monstrinho e Matteo Santos e um livro-jogo pela romancista de Tormenta Karen Soarele.

Além disso, há uma recompensa especial para apoiadores do primeiro final de semana: uma estatueta do Billy!

Quando a Jambô encontra Cthulhu

Como dito, nós da Jambô somos os responsáveis pela produção das recompensas da campanha Nerdcast RPG: Coleção Cthulhu. Você pode esperar então por obras com a já esperada qualidade de Leonel Caldela e Karen Soarele. Além disso, contará com toda a dedicação para entregar algo de alto nível, algo pelo qual nosso editor-chefe Guilherme Dei Svaldi e nosso diretor de arte Dan Ramos, responsável pela programação visual do Tormenta20, são conhecidos! Além, é claro, do orgulho que sentimos de estar em um projeto desses com a equipe do Jovem Nerd e artistas como Fábio Yabu, Fred Rubim, Alice Monstrinho e Matteo Santos.

“Quero participar… Onde seu assino?!”

Para participar do financiamento coletivo, basta acessar o link da campanha e fazer seu cadastro no Catarse. É muito importante preencher a inscrição com cuidado, pois é a partir dela que as recompensas serão entregues. Depois, basta escolher os apoios desejados e suas respectivas recompensas no site Nerdcast RPG: Coleção Cthulhu. O frete será calculado automaticamente pela plataforma, então assim que seu apoio for confirmado e a campanha chegar ao fim, tudo estará certo para você receber suas recompensas em casa.

Agora é só se preparar para uma alta dose de nerdice e horror cósmico! 😀