Tag : Literatura

O drow Drizzt: o personagem que nasceu para ser protagonista

Na direita Drizzt, com roupas escuras e cabelos brancos. Ele segura uma espada virada para baixo na mão direita e tem a mão esquerda apoiada no dorse de uma pantera negra, ao seu lado. No fundo luzes arroxeadas e uma imensa caverna

A ordem de leitura dos romances do drow Drizzt

Não é segredo que existem diversas trilogias e quadrilogias de romances com o drow Drizzt e, com elas, algumas ordens de leitura possíveis. Muito antes de Star Wars popularizar o conceito de prequel, o escritor R. A. Salvatore fazia isso com esses romances incríveis e, principalmente, com esse personagem instigante.

Hoje vamos entender como o mais famoso personagem de Dungeons & Dragons foi de coadjuvante para protagonista na mesma velocidade de um golpe rápido de cimitarra! (mais…)

Podcast 137 – Existencialismo com Katanas

Ligadaço no ódio, chegou seu podcast preferido.

No episódio de hoje, Thiago Rosa, Camila Gamino e Glauco Lessa relembram Joias Para Lamashtu, descobrem as origens obscuras e surpreendentes da franquia Nier e exploram dungeons minúsculas mas ainda não falam daquela já lendária mesa de quarta edição. Também sobrou tempo para discutir sobre jogos de estratégia em consoles, falar sobre cosplay e responder as dúvidas dos nossos Conselheiros!

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Assista às gravações toda segunda-feira, 20h, em twitch.tv/jamboeditora ou assista o video em youtube.com/jamboeditora.

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Participantes:
Camila Gamino (Twitter), Glauco Lessa (Twitter), Thiago Rosa (Twitter).
Edição: Adonias Marques (Instagram)

Podcast 136 – Fire Emblem do Amor

Pelado e em apuros, chegou seu podcast preferido.

No episódio de hoje, J.M. Trevisan, Thiago Rosa e Camila Gamino falam do mercado ultra inflacionado de jogos da Nintendo, de como é participar de um pré-release de Magic pela primeira vez e da conquista da tão sonhada casa própria no RPG. Também sobrou tempo para debater quais técnicos de futebol formariam um grupo dos sonhos de RPG, discutir se pizza com abacaxi é aceitável e responder as dúvidas dos nossos Conselheiros!

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J. M. Trevisan (Twitter | Livros), Camila Gamino (Twitter), Thiago Rosa (Twitter).
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Podcast 135 – Bastidores de Vanguarda!

Salvando Freedom City, chegou seu podcast preferido.

No episódio de hoje, J.M. Trevisan, Thiago Rosa, Marcelo Cassaro e Sil contam os segredos e debatem o primeiro episódio da nova stream do canal da Jambô: Vanguarda, que usa o sistema e cenário de Mutantes e Malfeitores! E ainda houve espaço para falar sobre Arquivos de Poderes, o fenômeno Casimiro, mais sobre Euphoria (pobre Zendaya doidona), destrinchar os segredos da produção de HQs, contar o segredo da origem do Capitão Ninja e, claro, sanar as dúvidas dos Conselheiros!

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Participantes:
J. M. Trevisan (Twitter | Livros), Sil (Twitter), Thiago Rosa (Twitter), Marcelo Cassaro (Twitter).
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Crônicas da Tormenta Volume 3 — Leia trechos de todos os contos da antologia

Crônicas da Tormenta volume 3

Crônicas da Tormenta Volume 3 é o primeiro lançamento de literatura dentro do universo de Tormenta depois do recordista T20. O livro, que já tá em pré-venda aqui na nossa loja, reúne 19 escritores, entre veteranos e novatos, pra contar histórias que se passam em Arton. Este também é um lançamento bastante especial por ter marcado a primeira vez que novos autores escrevem histórias para Tormenta a partir de um concurso, fazendo assim com que seis nomes façam suas primeiras participações em um material oficial.

capa de crônicas da tormenta volume3

Crônicas da Tormenta Volume 3: Quem volta…

Como um material oficial de literatura passado em Arton, é claro que o Crônicas 3 traz histórias de diversos nomes conhecidos. Quatro dos criadores do cenário, Guilherme Dei Svaldi, J.M. Trevisan, Leonel Caldela e Marcelo Cassaro aparecem nas páginas do livro com histórias sobre a Guerra Artoniana, Tapista pós-A Deusa no Labirinto e até mesmo uma narrativa inédita sobre eventos ancestrais a cerca de um infame (e querido pelos leitores) clérigo da guerra. E falando em A Deusa no Labirinto, Karen Soarele também está de volta com um conto inédito! Outros escritores conhecidos do público, seja por participarem dos Crônicas 1 e 2, lançado livros-jogos dentro do universo ou por estar todos os meses na Dragão Brasil têm histórias inéditas: Ana Cristina Rodrigues, Bruno Schlatter, Davide Di Benedetto, Leonel Domingos, Lucas Borne, Marlon Teske e Remo Disconzi reforçam o time de veteranos neste lançamento.

E quem chega

Como dito antes, seis dos autores de Crônicas da Tormenta Volume 3 foram escolhidos por um concurso aberto a todos que quisessem colaborar com o cenário. E foi assim que Carlos Alberto Xavier Gonçalves, Emerson Xavier, Francine Cândido, J.V. Teixeira, João Victor Lessa e Marcela Alban dão seus primeiros passos em Arton com histórias que trazem novas visões sobre este universo. Além deles, eu, Vinicius Mendes, fui organizador do livro e também faço minha estreia escrevendo ficção em Tormenta!

Ficou curioso pra saber como está o livro? Logo abaixo você encontra uma série de imagens por Ana Carolina Gonçalves com trechos de cada um dos contos de Crônicas da Tormenta Volume 3, que você encontra em pré-venda por aqui!

 

Tempo dos Gêmeos: o primeiro volume da trilogia Lendas de Dragonlance

Tempo dos Gêmeos

Quem acompanhou o Jambôverso que eu participei com a Ana Cristina Rodriges e o Gilvan Gouvêa, já tá sabendo: lançamos Lendas de Dragonlance Volume 1: Tempo dos Gêmeos, de Tracy Hickman e Margaret Weis! O livro é o primeiro de uma trilogia da série de Dragonlance, mais focada nos gêmeos Caramon e Raistlin Majere. Caramon é um guerreiro de bom coração que dedicou boa parte da vida a proteger o irmão que sempre foi mais fisicamente frágil, Raistlin, um poderoso e ambicioso mago disposto a fazer o que for necessário para conseguir o que quer. No meio disso, pra alegria do Gilvan ainda temos mais aparições do kender Tasslehoff Burrfoot, facilmente o personagem mais engraçado da saga. E pra minha alegria, mais Kitiara, a maligna meia-irmã dos gêmeos.

Tempo dos Gêmeos, o começo de outra trilogia

Com o lançamento desse volume, os fãs dos Companheiros da Lança já podem esperar a chegada dos demais títulos da trilogia Lendas de Dragonlance no site da Jambô em um futuro bem próximo. Inclusive, a Ana Cristina já está trabalhando na tradução de Guerra dos Gêmeos, o segundo título desse arco. Dessa forma, esperamos muito em breve lançar os três livros para que os fãs da série finalmente possam ler o final dessa aventura.

tempo dos gêmeos

Outras novidades de D&D

Mas a gente também sabe que nem só de Dragonlance vive o fã de fantasia, então vou aproveitar que já estou falando de um romance de Dungeons & Dragons e dar a notícia de que A Lenda de Drizzt Volume 6: A Joia do Halfling deve ir para a gráfica muito em breve. Além disso, já começamos a tradução do livro 8 da série, retomando o arco de história Legado do Drow, adiado a pedidos dos fãs da saga que queriam ler ou reler A Trilogia do Vale do Vento Gélido. Achou confuso? A gente explica tudo aqui.

Estamos trabalhando para que muito em breve vocês já possam se reencontrar com Caramon, Raistlin, Tas, Tika e os demais. E para logo depois, já termos a conclusão da saga do Vale do Vento Gélido de Drizzt. Em outras palavras, queremos que 2021 seja um ano realmente bom para os fãs de romances de D&D!

Terror: o que é e por que é o meu gênero favorito

Terror: o que é e por que é o meu gênero favorito

Eu poderia dizer sem titubear que Terror é meu gênero favorito. A duvida na questão toda é: por quê?

Nesse artigo, resolvi falar um pouco sobre os motivos de me encantar tanto com esse gênero muitas vezes menosprezado pelos categorizadores de literatura. Confere aí!

O que é terror?

Como definir o gênero terror? Decerto surge na cabeça da maioria dos leitores a insolente palavra “medo”. Sim, mas de quê? Um monstro que conhece todos seus pesadelos, vampiros, lobisomens, a escuridão… homens!

Poderíamos falar de aracnofobia, agorafobia, destruindo iniciosfobia (uma pequena piada interna do Grupo Papo de Autor) e tantos outros temores que cercam o ato de viver, e, mesmo assim, não chegaríamos no real motivo de gostarmos tanto de assistir algo assustador.

Não posso afirmar um motivo global para esse desejo pelo terrível, talvez chegue perto com minhas ilusões como um escritor do gênero, provavelmente passe longe. O meu maior medo pode ser errar ao escrever um artigo. Ou é justamente ele o que me move a escrever sempre mais?

Esse sentimento é visto como algo natural, ruim, instintivo, caótico e necessário. Ele nos rege a sempre ir em frente, punho fechado, peito cheio e cabeça erguida. Ou ele nos joga debaixo da coberta, pernas frouxas, olhos semicerrados, lábios trêmulos… o medo é fascinante, e nossa falta de domínio sobre ele enche as páginas dos livros.

O terror é o gênero que mais mexe com os sentimentos?

A adrenalina formigando meu cérebro quando a música tensa deixa os falantes no cinema e serpenteia por minha coluna, enquanto meus pelos aplaudem de pé, a sensação de impotência, o desejo de mudar a situação mesmo sendo só um telespectador, o grito enroscado na garganta, como uma criança birrenta se recusando a sair do parquinho.

Essa inquietação ao virar página por página, o segredo oculto nos sentimentos dos personagens. O horror brinca com nossa mente, deturpa nossos sentidos e acende o fogo infinito de nossa imaginação. Como podemos gostar disso?

chuck o brinquedo assassino

Lembro-me bem de quando era uma criança e fui indevidamente apresentado ao Chuck, o brinquedo assassino. Meu irmão e eu éramos de família pobre e por essa questão dividíamos a cama (o que deve ter sido seu terror, já que eu me mexia a noite inteira como se  Freddy Krueger dançasse ragatanga comigo) e essa experiência mexeu tanto com minha cabeça que passei a noite inteira levantando da cama, fechando a porta e deitando.

Poucos segundos depois, levantava novamente da cama, abria a porta e me deitava. Tudo isso por indecisão minha: havia o Estrangulador de Lakeshore entrado no quarto e a porta deveria ficar aberta para facilitar minha fuga, ou ele estava lá fora e a porta fechada dificultaria sua entrada?

Até hoje não sei a resposta dessa equação, mas se perguntarem qual filme de comédia ou drama marcou minha infância, com certeza terei que me esforçar para responder.

Monstros no armário?

Trauma superado, me pergunto se o  horror verdadeiro estaria escondido nas entranhas do desespero dos personagens.

Stephen King é meu escritor predileto quando o assunto é terror, porem, não vem dele a obra dona do primeiro lugar no meu pódio. Eu Sou A Lenda, de Richard Matheson, é a vencedora. Aposto que você cravou que um provável amor por vampiros e distopias alavancaram esse livro na minha lista, e afirmo com todas as letras: você errou feio.

Não, monstros sedentos para se embebedar do meu sangue não me assustam, tampouco o medo de ser o ultimo homem da Terra. Richard Matheson foi brilhante ao nos prender no maior dos terrores: nossa consciência. Explico como.

Dormir sem saber se vai acordar, a falta de água, comida… eletricidade. Nada disso é tão pesado quanto os pavores éticos perambulando por uma mente perdida após a perda da vivência em sociedade.

A solidão é amedrontadora não pelos perigos que acoitam o lado de fora da casa bem protegida de Robert Neville, mas da mente desnuda, fragilizada e passeando sem um guarda-chuva para se equilibrar na linha tênue da sanidade.

O maior terror do protagonista são seus atos, suas vontades. Neville se esforça não para ser um sobrevivente, mas para continuar sendo um humano. Dia após dia, ou melhor, noite após noite, o ultimo homem da Terra vê em seus desejos carnais algo pior que o vampirismo que vitimou toda a população.

O terror na literatura

Quando o autor traz o terror psicológico em primeiro plano, posso dizer que estou satisfeito.

Nada de pernas voando e dentes afiados, o que entala na garganta mesmo é lutar junto com o personagem contra a loucura de uma realidade na qual seus instintos  são a lei, a ordem e o caos. Policiar-se a si mesmo, eis a questão.

E é isso que me encanta no terror. Parte do medo de Victor Frankenstein não era do monstro em si, mas dos danos que sua criação poderiam causar (e causaram) à sociedade.

A genialidade nos autores não é criar a criatura mais assustadora que alguém já viu. O conflito que nos leva ao pesadelo é não saber o quanto de nós torce para o médico, e o quanto de nós vibra pelo monstro.

Resenha de O Último Desejo: A Saga do Bruxo Geralt de Rívia, de Andrzej Sapkowski

Resenha de O Último Desejo: A Saga do Bruxo Geralt de Rívia, de Andrzej Sapkowski

O primeiro livro da Saga do Bruxo Geralt de Rívia, O Último Desejo, é uma reunião de contos em que o autor nos apresenta o seu universo e os seus personagens. Além de Geralt de Rívia, outros dois personagens encantadores marcam presença no livro: Jaskier, um trovador e amigo do bruxo, e a enigmática e poderosa Yennefer, a feiticeira de Vengerberg.

A leitura do livro fluí muito rápido devido a escrita cativante e concisa, isso faz com que nossos olhos fiquem presos em página após página. Outro elemento muito bem trabalhado é a construção dos diálogos, visto que muitas vezes são carregados de um tom irônico e cômico e isso ajuda na própria construção da personagem principal, Geralt.

O bruxo é alguém cínico e cético devido a sua própria estrada de vida que acompanhamos na narrativa. O livro se organiza com os contos e com o interlúdio chamado “A voz da razão”.

Os contos de O Último Desejo, de Andrzej Sapkowski

  • O Bruxo: o primeiro conto nos apresenta Geralt, a profissão do bruxo e suas habilidades. Sua missão é matar a estrige, que de acordo com a narrativa poderia se inferir que seria um trabalho simples. Contudo, Geralt é colocado entre a cruz e a espada, pois esse monstro é a filha bastarda do rei, e ele não quer a morte de sua prole e, sim, que o feitiço seja desfeito, ao passo que os moradores querem a morte da estrige com a finalidade de darem um golpe no rei.
  • Um grão de veracidade: a história contada aqui não é estranha para o leitor que com certeza já está familiarizado com o conto de fada a Bela e a Fera. Aqui a narrativa é sombria, mas também cheia de encantos. Geralt encontra um monstro que vive em uma casa no meio da floresta e conforme passam-se as páginas, compreendemos que não parece ser tão ruim ser um monstro e que nem isso significa ser um ser maldoso.
  • O mal menor: aqui também temos novamente a presença dos contos de fadas, dessa vez com A Branca de Neve. A princesa aqui não é frágil e já sofreu muito durante a sua vida. O conto trata em seu escopo sobre a tentativa de Geralt vender a cabeça de um monstro que ele matou na cidade de Blaviken. Ao chegar, acaba tendo que fazer o seu negócio com o mago da cidade, que descobrimos ser um antigo conhecido do bruxo. Apresenta-se para o leitor a relação entre a princesa e o mago, e novamente Geralt tem que fazer uma escolha difícil. Neste conto, o bruxo recebe o seu apelido de Carniceiro de Blaviken.
  • Uma questão de preço: este é o conto que nos apresenta o futuro da saga. A Rainha Calanthe requisita Geralt para comparece no banquete de noivado de sua filha. O conto é repleto de diálogos bem estruturados e ação. Nesse conto aprendemos também sobre um antigo costume desse universo: a Lei da Surpresa, que é o preço que uma pessoa ao salvar outra pode pedir daquele que foi salvo.
  • Os confins do mundo: neste conto, somos apresentados a outras camadas de conflitos presente nesse universo, entre eles os problemas com elfos. Aqui Geralt e Jaskier precisam lidar com uma situação que envolve um silvano, uma criatura rara da floresta.
  • O último desejo: neste conto, a criatura mágica a ser enfrentada é um djinn, um gênio da lâmpada por assim dizer. A captura da criatura não foi uma das melhores e quem acaba por sofrer mais é o pobre Jaskier. Por fim, Geralt pede ajuda a uma feiticeira da cidade chamada Yennefer. Os caminhos desses dois personagens se entrelaçariam a partir desse encontro.

A partir da leitura de O Último Desejo, somos introduzidos em um vasto universo de fantasia e aventura que mostra para o leitor que nem todas as escolhas da vida são simples e que muitas vezes o caminho que escolhemos seguir não é tão preto no branco.

Nerdcast RPG: Coleção Cthulhu – Jovem Nerd e Jambô Editora unem forças!

Nerdcast RPG: Coleção Cthulhu

Começou! Já está no ar o financiamento coletivo do projeto Nerdcast RPG: Coleção Cthulhu, e a Jambô vai fazer parte dessa jornada produzindo todo o material da coleção. Colaborando com a campanha, você vai estar fazendo parte de uma parceria que nem os Antigos esperavam: a união entre a qualidade do produtos Jovem Nerd com a qualidade dos produtos da Jambô Editora! Você pode apoiar o projeto aqui.

NerdCast RPG, a mesa oficial do maior podcast do Brasil

O público brasileiro de podcast conhece o NerdCast. O programa é o maior e mais renomado do tipo no país, e toda sexta-feira reúne Alexandre Ottoni, o Jovem Nerd, e Deive Pazos, o Azaghal, para conversar com convidados sobre diversos assuntos, como cultura pop, história e tecnologia. O NerdCast RPG é um programa especial no qual os participantes fazem uma mesa do nosso querido hobby. Nessas sessões, eles jogam em um cenário pré-Segunda Guerra Mundial inspirado no mito de Cthulhu, da obra do mestre do horror cósmico H. P. Lovecraft.

A mesa é mestrada pelo maligno Leonel Caldela, um dos criadores de Tormenta e romancista parceiro do Jovem Nerd! Suas vítim… digo, jogadores, são o Jovem Nerd, AzaghalTucanoCarlos VoltorRex e Sr.K.

NerdCast RPG: Coleção Cthulhu — recompensas incríveis por grandes artistas

O aguardado ultimo episódio da campanha vai ao ar no dia 25 de dezembro, e para celebrar o sucesso do NerdCast RPG, foi lançado o NerdCast RPG: Coleção Cthulhu, um financiamento coletivo com a edição definitiva do cenário, além de outras recompensas produzidas com muito cuidado por um time incrível de artistas nacionais!

Dentre elas, teremos um novo romance de Leonel Caldela em dois volumes e uma graphic novel por Fábio Yabu e Fred Rubim! Além de estatuetas, pôsteres autografados e pertences dos personagens em tamanho real. Já em relação àss recompensas estendidas, temos ainda mais uma graphic novel pelos artistas Alice Monstrinho e Matteo Santos e um livro-jogo pela romancista de Tormenta Karen Soarele.

Além disso, há uma recompensa especial para apoiadores do primeiro final de semana: uma estatueta do Billy!

Quando a Jambô encontra Cthulhu

Como dito, nós da Jambô somos os responsáveis pela produção das recompensas da campanha Nerdcast RPG: Coleção Cthulhu. Você pode esperar então por obras com a já esperada qualidade de Leonel Caldela e Karen Soarele. Além disso, contará com toda a dedicação para entregar algo de alto nível, algo pelo qual nosso editor-chefe Guilherme Dei Svaldi e nosso diretor de arte Dan Ramos, responsável pela programação visual do Tormenta20, são conhecidos! Além, é claro, do orgulho que sentimos de estar em um projeto desses com a equipe do Jovem Nerd e artistas como Fábio Yabu, Fred Rubim, Alice Monstrinho e Matteo Santos.

“Quero participar… Onde seu assino?!”

Para participar do financiamento coletivo, basta acessar o link da campanha e fazer seu cadastro no Catarse. É muito importante preencher a inscrição com cuidado, pois é a partir dela que as recompensas serão entregues. Depois, basta escolher os apoios desejados e suas respectivas recompensas no site Nerdcast RPG: Coleção Cthulhu. O frete será calculado automaticamente pela plataforma, então assim que seu apoio for confirmado e a campanha chegar ao fim, tudo estará certo para você receber suas recompensas em casa.

Agora é só se preparar para uma alta dose de nerdice e horror cósmico! 😀

 

Karen Soarele é finalista do 62º Prêmio Jabuti com romance ambientado em Tormenta

Nesta quinta-feira (22) foram anunciados os finalistas da 62ª edição do Prêmio Jabuti, o mais tradicional prêmio literário do país. A autora Karen Soarele é finalista na categoria Romance de Entretenimento, com o livro A Deusa no Labirinto, publicado pela Jambô Editora.

A Deusa no Labirinto é um romance de fantasia épica que mescla inspirações da era medieval com o antigo Império Romano. Ambientado em Tormenta, o maior universo de fantasia do Brasil, narra a revolução das elfas e humanas mantidas escravas no reino dos minotauros, em um contexto de magia abundante e presença de entidades divinas impactando na vida dos mortais. Lançado na Bienal do Livro Rio 2019, o livro é finalista do Prêmio AGES, do Prêmio LeBlanc e do Prêmio Jabuti.

Karen Soarele

Karen Soarele tem 32 anos, nasceu em Assaí-PR e cresceu em Campo Grande-MS, cidade na qual iniciou sua carreira literária. Morou por três anos em Halifax, Canadá, e desde 2018 fixou-se em Porto Alegre. É graduada em Publicidade e Propaganda pela Uniderp-Anhanguera e mestranda em Escrita Criativa na PUCRS.

Karen é autora de seis romances de literatura fantástica: Línguas de Fogo, Tempestade de Areia, A Rainha da Primavera e A Canção das Estrelas (independentes), A Joia da Alma e A Deusa no Labirinto (Jambô Editora), além de diversos contos em antologias. Além da carreira literária, atua como Gerente de Marketing da Jambô, onde foi responsável pela comunicação da campanha de financiamento coletivo Tormenta20, que bateu o recorde nacional em 2019, tendo levantado quase R$ 2 milhões no Catarse.

A Deusa no Labirinto

No oeste do mundo conhecido, o Império de Tauron se ergue supremo.

Em uma terra onde os fortes oprimem os fracos com a justificativa de protegê-los, elfas e humanas são mantidas escravas nos haréns dos minotauros. Assim determina a lei do império, concebida conforme a lei divina do Touro em Chamas.

Ninguém se opõe. Nem os senhores, satisfeitos com o poder acumulado, nem os servos, doutrinados a obedecer. Os outros reinos, temerosos das legiões táuricas, se acovardam. Os deuses, indolentes, apenas assistem à miséria dos mortais. Todos fecham os olhos para a perversidade da escravidão. Chegou a hora de fazer algo a respeito.

Em A Deusa no LabirintoKaren Soarele (A Joia da Alma) aborda a mais controversa das sociedades de Arton. Um farol de paz e progresso em um mundo selvagem, a civilização táurica alcançou a glória, mas a um custo terrível. Quando uma elfa decide agir contra este regime, desencadeia eventos que irão mudar para sempre o Império de Tauron, o Reinado de Arton e o próprio Panteão.

Mais informações

Para mais informações, confira os links da autora aqui.

Podcast Dragão Brasil 47: Um mergulho na meia-noite

Da nossa casa para a sua casa, adentra — de máscara e tudo — o podcast mais divertido da semana!

Karen Soarele, Felipe Della Corte, Leonel Caldela e J.M. Trevisan mergulham em Midnight Gospel, animação cabeçuda da Netflix! Tá valendo uma obra que precisa de bagagem anterior para ser entendida ou é preciosismo? Mas também teve Darwinismo literário, a live do Post Malone cantando Nirvana, e um debate sobre investigações em RPG, nas perguntas dos fiéis Conselheiros! Só mais um dia normal no Podcast Dragão Brasil!

Para escutar, clique no player acima.

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Links de materiais citados nesta edição:

Post Malone: Show de homenagem ao Nirvana

Animal Talking, um talk show dentro de Animal Crossing

Créditos
Participantes:
Guilherme Dei Svaldi (Facebook | Livros), Karen Soarele (Twitter | Livros), J. M. Trevisan (Twitter | Livros), Leonel Caldela (Twitter | Livros), Felipe Della Corte (Twitter).
Edição: Adonias Marques (Instagram | Portfólio)

3 curiosidades sobre O Tratado dos Mil Cantos, de Rafael Dias

Livro de estreia de Rafael Dias, O Tratado dos Mil Cantos é uma fantasia que se passa em um mundo inspirado na mitologia mesopotâmica. O autor do Selo Odisseias conta a história de quatro manipuladores dos elementos que precisam chegar a um local sagrado para decidir o destino do mundo a partir de um ritual de sangue. Logo abaixo, você confere algumas curiosidades sobre a obra, como as inspirações para o mundo, para os personagens e para o sistema de magia criado pelo autor.

1. Como tudo começou

Em uma época em que se tinha pouco trabalho e muita criatividade, Rafael Dias passava algumas horas escrevendo e trocando contos com um amigo de seu emprego da época. Com o passar do tempo, aquelas histórias foram ficando mais consistentes, tomando formas que nem ele mesmo acreditava, até sair o primeiro conto. Nessa narrativa, um ancião contava histórias para uma criança prodígio, e a partir daí saíram mais e mais contos, que por fim foram unidos por insistência de um dos amigos que finalmente, juntando cada uma dessas histórias, perceberam que existia quase um livro completo.

2. O mundo

Muita gente ao ler as primeiras páginas, tendo como base algum conhecimento prévio da história antiga oriental, já consegue se situar, ou pelo menos identificar alguma cultura, não à toa, pois, todo o romance está recheado de personagens históricos, cidades antigas, eventos importantes para as civilizações da época. Com pouco conhecimento é possível identificar cidades como Babilônia e sua busca pelo conhecimento e expansão, Gilgamesh e sua luta pelos segredos da vida, e por último, mas não menos importante, o Tratado de Kadesh, um acordo entre duas grandes potencias da região que acabaram por ditar algumas regras a outros povos e cidades que viviam próximos a ambos.

3. A magia

Assim que o leitor tem o primeiro contato com a magia em Mil Cantos, algum deles fazem uma ligação ao anime “A lenda de Aang”, porém, todos que isso fizeram, estão enganados, já que o sistema é altamente baseado nos RPGs lidos e jogados por Rafael Dias em sua adolescência. Na época, ele tinha o costume de criar personagens com poderes ligados a elementos primários e quando o sistema permitia, fundia tais elementos para criar outros. Inclusive, na criação de alguns personagens de seu livro, ele usou as fichas de RPG que ainda hoje estão guardadas em seu armário. Nele, tem personagens em que ele jogava e mostrava, agora fica para o leitor, tentar descobrir qual dos personagens do livro, era um NPC e qual é um personagem jogável.

O Tratado dos Mil Cantos está disponível nas versões física e digital.

Livro físico

Digital (pdf, epub e mobi)

Combo físico + digital