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O dia depois da Tormenta — Um conto de Lágrimas da Dragoa-Rainha

Lágrimas da Dragoa-Rainha

Neste final de agosto/início de setembro, completa um ano que Lágrimas da a Dragoa-Rainha foi ao ar, primeira stream oficial e cânone de Tormenta20, que você pode assistir aqui no canal da Formação Fireball. Para marcar a data, trago para vocês um conto meu há muito escrito e escondido, contando um pouco do que aconteceu com Thalyandra e Eco do Trovão depois do ocorrido. Se você não assistiu à stream, ainda assim pode ler o conto e entender o que aconteceu, mas não deixe de conferi-la! Espero que gostem.

O dia depois da Tormenta

Thalyandra acordou em uma maca improvisada no chão, no mesmo grande salão onde caíra durante a luta. A cabeça ainda doía, e uma enxurrada de lembranças das últimas horas vieram à mente. Sentou-se assustada, fechou os olhos e tentou murmurar uma magia. Sentiu o poder de Arsenal fluindo dentro de si: haviam vencido.

Uma área de Tormenta quase havia sido aberta no meio de Valkaria usando uma Lágrima de Beluhga, artefato que o grupo fora contratado para buscar nas Uivantes, supostamente para salvar a vida da esposa de um Lorde. Haviam sido enganados, e precisaram lutar com todas suas forças para evitar que o pior acontecesse

Levantou-se e viu Sara, a qareen bucaneira que os acompanhou, ajudando alguns plebeus feridos. Um pouco mais adiante, CHOO também estava caído, e um desconhecido lançava uma magia de fogo no golem lutador. Foi até o goblin caçador, Bronson, para curá-lo pelo menos o suficiente para que pudesse levantar, enquanto tentava organizar as memórias que vinham uma atrás da outra. Sara se aproximou animada.

“Você acordou, que bom! Está se sentindo bem? Precisamos de muita ajuda, mas talvez você precise descansar mais um pouco…”

“Eu estou bem, não se preocupe. Obrigada.” — Ela parecia estar sempre feliz, não importava o que acontecesse. Bom, talvez as pessoas ali realmente precisassem de um pouco dessa alegria. — “Apenas me conte o que aconteceu, porque lembro de ver Beluhga e isso não faz sentido.”

Agora com as memórias organizadas com a ajuda dos relatos da qareen, Thalyandra lembrava de terem destruído A Lágrima de Beluhga e logo em seguida ter visto sair uma imagem da Dragoa-Rainha, há muito morta, diante de seus olhos. Não sabiam o que era aquilo, mas emanava um poder intenso, que ela jamais sentira antes — e poderia apostar que nenhum ali presente também sentira, mesmo os guardiões escolhidos de Beluhga que os acompanhavam, Neve Pálida e Eco do Trovão. Realmente haviam vencido e impedido que uma área de Tormenta se abrisse no meio de Deheon, mas pagaram um preço alto: perderam dois companheiros em combate. Razzlanish, o trog paladino de Azgher, caíra na sua frente, dando a própria vida para mostrar ao grupo como vencer o combate. O goblin samurai devoto de Lin-wu, Do-Myu, ficara para trás, defendendo a retaguarda em busca de honra — e dificilmente voltaria com vida de lá.

Agora era hora de honrar os mortos e ajudar a reconstruir aquele lugar, assim como os outros.

***

O dia foi longo e exaustivo. Havia muita gente precisando de ajuda — especialmente Lady Alexa, agora senhora de todo feudo, que tentava manter a calma e organizar aquele caos, fingindo que a dor das perdas não dilacerava seu peito. Viraram a madrugada e trabalharam o dia todo sem parar. Mal havia visto Eco do Trovão em meio à confusão de mortos, feridos e loucos sobreviventes — aquela gente jamais esqueceria os horrores que havia vivenciado em forma de chuva vermelha e monstros insetoides..

À noite, depois de comer a própria provisão de viagem, Thalyandra foi dormir em um dos quartos que já estava limpo da podridão rubra que tomara todo castelo. Sentou na cama, pronta para deitar, quando ouviu baterem na porta. Eco do Trovão pediu licença e entrou, e parecia levemente encabulado, o que não era comum.

“Eu não tive tempo para agradecer” — o bárbaro tentava parecer natural ao falar, mas seu esforço era visível.

“Agradecer pelo quê?”

“Pelo que você fez na taverna. Muito obrigado por me salvar.”

“Ah, aquilo? É… não foi nada.” — agora a clériga é quem estava envergonhada, e suas bochechas ruborizaram de leve.

“Foi sim. Você me salvou de um destino pior do que a morte.” — Eco do Trovão se aproximou e sentou ao lado dela.

“Aaaaaah… De nada, eu… Eu na hora não pensei muito e…” — os olhos da clériga cruzaram com os olhos do bárbaro. Eco do Trovão, com a rapidez de um raio, segurou o rosto de Thalyandra e a beijou, pegando-a de surpresa. Ela pensou em resistir por meio segundo e desistiu. De que adiantava fingir agora? Ela queria aquilo tanto quanto ele. Era bom beijá-lo de verdade, sem o susto quase desesperador de ver a Tormenta em seus olhos. Os lábios se separaram devagar, os rostos ainda quase colados.

“Posso ficar aqui essa noite?”

“Deve.”

***

Já havia amanhecido quando acordaram. Thalyandra ainda estava cansada, mas se sentia mais leve. Se não fosse a perda dos companheiros e a devastação causada no feudo, provavelmente se sentiria feliz. Eco do Trovão seguiu deitado, enquanto ela se levantava, mais falante que o de costume.

“Nós vamos ajudar o CHOO a encontrar informações sobre sua criação. Bom, me sinto meio responsável por ter matado o mago que talvez fosse quem ele procurava. Mas não me arrependo de ter esmagado aquele crânio mágico, ele mereceu, esmagaria de novo! Ah, mas antes temos que passar em Valkaria, trocar o chassi dele e quem sabe melhorar minha maça. Você pode ver alguma coisa também e…”

“Thaly, eu… Eu não vou com vocês.” — o bárbaro estava se esforçando para encontrar as palavras; ele claramente não era muito bom nisso.

“Quê?” — a clériga parecia confusa.

“Thaly, Beluhga apareceu diante de mim. Eu não sei o que foi aquilo. Posso ser burro demais para entender, mas sei que preciso ir o quanto antes pras Uivantes. Não sei quando poderei voltar, nem se poderei voltar…”

”Ah, sim. Claro. Sua deusa. Eu entendo. Eu… Eu tinha esquecido. Que estúpida eu fui.” — Thalyandra ficou repentinamente séria.

“ Você está bem?”

“Sim, estou. Não se preocupe. Só me deixei levar pelo momento e baixei a guarda, você… Você tem razão, você precisa voltar.”

“Me desculpe. Eu queria ficar. Eu pretendia ficar. Mas sou um dos seus escolhidos.”

“Eu sei, e você está certo” — Thalyandra falou a última frase de costas, sem olhar para Eco do Trovão. Apenas saiu do quarto para começar mais um dia de intenso trabalho tentando juntar o que restou daquela gente.

Horas depois, estava no meio do vilarejo ao redor do castelo, reabrindo caminhos fechados pelas construções que desabaram pela violência da tempestade rubra. Eco do Trovão se aproximou, já de mochila nas costas, pronto para partir.

“Eu estou partindo… Agora.”

“Ok, boa viagem então” — Thalyandra ia dando as costas para o bárbaro, que a puxou pela cintura e lhe deu um beijo.

“Quem sabe um dia a gente não se encon…”

“Não. Boa viagem.” — a clériga se soltou dos braços de Eco do Trovão e virou de costas, continuando o que fazia. Promessas vazias não faziam seu tipo. O bárbaro suspirou e partiu, visivelmente triste. Thalyanda respirou fundo e olhou para trás quando ele já ia longe.

CHOO se aproximou da nova companheira.

“Choooooo cho cho. Choooo.”

“Eu estou bem. Não se preocupe.

“Chooooo?”

“Sim, Tenho certeza. Vamos terminar logo, quando mais cedo acabarmos, mais cedo partimos. Nada que amassar alguns crânios no caminho não resolva”.

Bronson, personagem de Leonel Caldela em Lágrimas da Dragoa-Rainha

Criado nas perigosas ruas da maior cidade do mundo, pode-se dizer que Bronson, o personagem do mestre da escatologia e sadismo, Leonel Caldela, tem um certo desejo de matar. Agora, se ele vai conseguir, com as rolagens do Leonel, é um mistério.

Se você está estranhando Leonel Caldela na cadeira de jogador, bem-vindo a Lágrimas da Dragoa-Rainha, a primeira aventura canônica para Tormenta20 se passando em Arton. Guilherme Dei Svaldi nos apresenta um pouco de tudo que essa nova edição do mais amado RPG brasileiro tem a oferecer, de combates incríveis, a tesouros antigos, além de monstros horrendos. Para assistir, vá ao canal Formação Fireball, aonde os três episódios dessa aventura já se encontram disponível.

Fiquem agora com o histórico e ficha de Bronson, o goblin caçador de recompensas, e a arte oficial do personagem, feita por Ricardo Mango. Lembrando que como a mesa foi jogada antes da finalização do Tormenta20, as fichas refletem as regras do playtest na época.

Bronson, o Goblin Caçador

Numa pequena maloca, na Favela dos Goblins, em Valkaria, uma família de goblins vivia. Não importa muito se eram apenas das centenas que vivem de restos ou se eram das que planejavam crimes. Naquele barraco, feito de materiais que ninguém usaria, havia um bebê goblin sem nome. Antes mesmo de ter um nome, a criaturinha foi vítima das circunstâncias de seu nascimento, quando, numa batida de surpresa, a milícia de Valkaria resolveu fazer uma de suas batidas. Os pais, talvez tenham morrido. A casa, ninguém lembraria aonde fora. Mas um dos guardas olhou aquele bebê e apiedou-se, decidiu leva-lo para casa e criar como seu.

Bronson, o sobrenome do humano que o criou, viveu entre guardas desde pequeno, mas também cercado pelo preconceito com sua espécie. Tentava ser o melhor membro da guarda que podia, mas sempre era diminuído, ou escorraçado, ou até mesmo agredido. Quando um dos milicianos resolveu incriminá-lo, de forma a livrar-se do goblin, ele entendeu que nem mesmo ali seria aceito. Ainda colocando as leis em prática, tornou-se um caçador de recompensas, capturando bandidos por todo o Reinado. Usa armas de fogo, mesmo sabendo que elas são ilegais, pois sabe que são extremamente capazes de resolver os problemas que encontra.

Ficha de Bronson

Ficha com fonte alternativa

Mais Lágrimas da Dragoa-Rainha

Lágrimas da Dragoa-Rainha, a primeira aventura de Tormenta20

Fichas de Lágrimas da Dragoa-Rainha

C.H.O.O., personagem de Marcelo Cassaro

Sara, personagem de Karen Soarele

Do-Myu, personagem de Mestre Pedrok

Thalyandra, personagem de Camila Gamino

Razzlanish, personagem de JM Trevisan

Razzlanish, personagem de JM Trevisan em Lágrimas da Dragoa-Rainha

razzlanish

Rolado aleatoriamente em uma stream de Camila Gamino, esse personagem originalmente se beneficiava de uma brecha nas regras para devoção mista de dois deuses, mas quando Lágrimas da Dragoa-Rainha foi anunciado, JM Trevisan deu sua própria visão (e versão) do personagem. Será que ele entrou numa fria?

Mas você pode estar se perguntando “Espera, Lágrimas da Dragoa-Rainha!? Qual Dragoa Rainha?” A aventura Lágrimas da Dragoa-Rainha foi a primeira mesa canônica de Tormenta20 em Arton transmitida por stream, no canal da Twitch do Mestre PedroK. Diferente de Fim dos Tempos, narrada pelo escatológico e sádico Leonel Caldela, Lágrimas foi narrada por Guilherme Dei Svaldi, um mestre não menos cruel que o Leonel Caldela, acreditem. Se duvidam, podem assistir todos os três episódios que estão disponíveis no canal Formação Fireball, no YouTube.

Além da ficha de Razzlanish, que vocês provavelmente vão querer conferir de cinco em cinco minutos enquanto estiverem assistindo o stream, também verá abaixo sua história e a incrível ilustração de Ricardo Mango, de Khalifor. Lembrando que como a mesa foi jogada antes da finalização do Tormenta20, as fichas refletem as regras do playtest na época.

Razzlanish

Razzlanish, Trog Paladino de Azgher

O pequeno trog Nish só conhecera como vida o porão escuro de um navio. Do momento que seu ovo eclodiu, o pequeno trog foi posto para trabalhar para a terrível pirata anã Rotunda. Aliada dos puristas, a corsária e devota de Tenebra afundava qualquer navio que navegasse pelo Mar do Dragão Rei. Em uma dessas batalhas navais, possivelmente contra as embarcações da frota mágica de Wynlla, o barco da pirata naufragou. Dos restos do barco, Nish rastejou para a praia e, ofuscado, viu o Sol pela primeira vez. Sentindo-se liberto de seus grilhões, Nish prometeu servir aquela esfera brilhante, e libertar todos que estivessem aqueles que estivessem presos.

Em sua busca por iluminação, o trog vagou por Arton, confuso, até encontrar uma sábia peregrina. Sadrid viajava por todo o mundo espalhando a palavra de Azgher, e Nish entendera que aquela mulher orava para o seu libertador. Através dos ensinamentos da sábia, o troglodita, antes escravizado, tornou-se um campeão divino, um paladino. Após ser abençoado, também receberia um novo nome: Razzlanish.

Ficha de Razzlanish

Ficha com fonte alternativa

Mais Lágrimas da Dragoa-Rainha

Lágrimas da Dragoa-Rainha, a primeira aventura de Tormenta20

Fichas de Lágrimas da Dragoa-Rainha

C.H.O.O., personagem de Marcelo Cassaro

Sara, personagem de Karen Soarele

Do-Myu, personagem de Mestre Pedrok

Thalyandra, personagem de Camila Gamino

Bronson, personagem de Leonel Caldela

Thalyandra, personagem de Camila Gamino em Lágrimas da Dragoa-Rainha

Como se resolvem os problemas na sua mesa? Para Thalyandra, personagem da divina Camila Gamino, a solução é sempre uma boa pancada, e, vendo como a aventura se desenvolveu, não dá para tirar a razão dela.

Mas qual mesa foi essa? E onde aconteceu? Qual foi o sistema? Lágrimas da Dragoa-Rainha foi a primeira aventura canônica de Tormenta20. Diferente de Fim dos Tempos, que é uma campanha, Lágrimas é uma história mais contida, sendo uma aventura fechada, porém não menos interessante. Narrada com maestria pelo mestre Guilherme Dei Svaldi, essa história em três partes pode ser assistida a qualquer hora no canal Formação Fireball.

Como podem perceber abaixo, na incomparável arte de Ricardo Mango, que também é o responsável pela arte dos 20 deuses do Panteão,  Thaly não está para brincadeiras, e vai, através de qualquer meio necessário, conseguir uma vitória, e, nas palavras de um certo deus maior, quando não houver chance para uma vitória, ela a criará! Lembrando que como a mesa foi jogada antes da finalização do Tormenta20, as fichas refletem as regras do playtest na época.

Thalyandra, Dahlan Clériga de Arsenal

Dahllans são as crianças por vezes nascidas do amor entre um mortal e uma dríade, um espírito de uma árvore ancestral. Nisso, Thalyandra não é uma exceção. Ela foi criada por seu pai, um marceneiro do território que um dia foi o reino de Tollon. Por outro lado, dahllans também tem uma forte relação com a natureza e sua deusa, Allihanna. Nisso Thaly divergia. A natureza era passiva demais, lenta demais, e ela queria soluções agora.

Impaciente, Thalyandra é forte defensora da filosofia “bata primeiro, continue batendo e, se o inimigo tiver como responder, talvez faça perguntas”. Não é de se surpreender que com esse tipo de pensamento e acreditando que, mais do que honra, a vitória é por si só o mais importante, Thaly é serva de Arsenal, o recém ascendido deus da guerra.

Ficha de Thalyandra

Ficha com fonte alternativa

Mais Lágrimas da Dragoa-Rainha

Lágrimas da Dragoa-Rainha, a primeira aventura de Tormenta20

Fichas de Lágrimas da Dragoa-Rainha

C.H.O.O., personagem de Marcelo Cassaro

Sara, personagem de Karen Soarele

Do-Myu, personagem de Mestre Pedrok

Razzlanish, personagem de JM Trevisan

Bronson, personagem de Leonel Caldela

Do-Myu, Personagem de Mestre Pedrok em Lágrimas da Dragoa-Rainha

Se você gosta de combinações exóticas de classe e raça, temos algo especial para você! O personagem do Mestre PedroK em Lágrimas da Dragoa Rainha, Do-Myu, mostra que mesmo nos lugares mais inesperados, pode se encontrar a maior honra.

Para quem não acompanhou, Lágrimas da Dragoa Rainha foi a primeira aventura canônica de Tormenta20. Diferente de Fim dos Tempos, Lágrimas é uma história fechada em três episódios, que você pode assistir agora, do começo ao fim, no canal Formação Fireball.

Abaixo temos o histórico de Do-Myu, e sua arte oficial por Ricardo Mango, que fez ilustrações do quadrinho Khalifor e várias outras, incluindo a imagem dos 20 deuses, no Tormenta20. Lembrando que como a mesa foi jogada antes da finalização do Tormenta20, as fichas refletem as regras do playtest na época.

DO-MYU, O GOBLIN SAMURAI

De origem pobre, mas coração nobre, esse pequenino verde é exótico até entre seus colegas. Sua história começou quando um casal de goblins, acossados por pessoa que desejavam fazer-lhes mal, resolveu colocar seu diminuto bebê em um navio, rumando para algum lugar que apenas os deuses sabiam.

O goblinzinho cruzou o Mar dos Monstros, e quando a nau chegou a Shinkyo, os donos do barco não sabiam o que fazer. Ao ver as escamas no pescoço do goblin, um ronin apiedou-se dele, o adotando por ver ali uma chance de se redimir aos olhos de Lin-Wu.

O pequeno Douglas Myumoto, assumindo o nome de seu mestre, mostrou-se um prodígio com a lâmina. Mesmo assim, sentia-se inadequado. Seu mestre ensinou-o sobre o grande deus dragão, honra e a roda das encarnações.  Foi então que Do-Myu entendeu: sua existência como goblin não era o suficiente.

Seu objetivo passou a ser tornar-se honrado nessa vida a ponto que, quando morresse, pudesse voltar numa forma mais digna. Carregando apenas a katana de seu Sensei, a “Julgamento Tempestuoso”, Do-Myu voltou ao Reinado, em busca de sua própria honra.

FICHA DE DO-MYU

Ficha com fonte alternativa

Mais Lágrimas da Dragoa-Rainha

Lágrimas da Dragoa-Rainha, a primeira aventura de Tormenta20

Fichas de Lágrimas da Dragoa-Rainha

C.H.O.O., personagem de Marcelo Cassaro

Sara, personagem de Karen Soarele

Thalyandra, personagem de Camila Gamino

Razzlanish, personagem de JM Trevisan

Bronson, personagem de Leonel Caldela

C.H.O.O., Personagem de Marcelo Cassaro em Lágrimas da Dragoa-Rainha

Durante a campanha do Tormenta20, alguns streams especiais ocorreram, entre eles, a aventura canônica Lágrimas da Dragoa Rainha, que você pode maratonar agora, e de graça, no canal Formação Fireball, do celebre Mestre PedroK. Hoje trazemos a primeira ficha de personagem da mesa!

Um clássico criado pelo mestre Marcelo Cassaro: C.H.O.O. é um robozão com um passado indefinido, porém, não deixem que isso os engane: o que o personagem não tem em histórico, é compensado pela criatividade e as possibilidades que permite ao narrador.

Sem mais delongas, vamos conhecer mais um pouco desse golem lutador que nos deixou C.H.O.O.cados! Também com a magnífica arte de Ricardo Mango, responsável também pelas ilustrações dos 20 deuses em Tormenta20.

c.h.o.o.

C.H.O.O., o golem lutador

Wynlla, reino da magia, responsável pela criação do Colosso de Coridrian, terra de magos poderosos, porém frágeis. Aqui, durante algum tempo imemoriável, C.H.O.O. lutou contra outros autômatos como ele para entreter os arcanistas.

As lutas cobraram um preço muito alto: C.H.O.O. perdeu sua memória. Não sabia mais quem o criara e foi perdendo a capacidade de se comunicar dizendo qualquer coisa além de seu nome.

Anos se passaram desde a última luta de C.H.O.O., seu corpo, aparentemente inerte, foi abandonado como um lixo qualquer, sofrendo os efeitos das intempéries.

Plantas cresceram por dentro de seu chassi, animais fizeram seu corpo de morada, mas um dia, o elemental do fogo que lhe servia de alma, conseguiu reparar-se. Sem memória e com sua capacidade de fala reduzida, ele passou a buscar pistas de seu passado. Infelizmente, a sua única pista é um “V” metálico preso a seu peito.

Talvez seja a inicial do nome de seu criador, talvez seja um tipo de seta apontando para baixo ou talvez seja o número cinco nos numerais táuricos. Um mistério que apenas C.H.O.O. conseguirá um dia resolver. Lembrando que como a mesa foi jogada antes da finalização do Tormenta20, as fichas refletem as regras do playtest na época.

Ficha de C.H.O.O.

c.h.o.o.

Ficha com fonte alternativa

Mais Lágrimas da Dragoa-Rainha

Lágrimas da Dragoa-Rainha, a primeira aventura de Tormenta20

Fichas de Lágrimas da Dragoa-Rainha

Sara, personagem de Karen Soarele

Do-Myu, personagem de Mestre Pedrok

Thalyandra, personagem de Camila Gamino

Razzlanish, personagem de JM Trevisan

Bronson, personagem de Leonel Caldela

Podcast Dragão Brasil 66: Especial Lágrimas da Dragoa Rainha

Sem choradeira, chegou seu podcast favorito!

No episódio de hoje uma escalação de peso! Vamos com calma para não esquecer ninguém: Karen Soarele, Camila Gamino, Leonel Caldela, J.M. Trevisan, Marcelo Cassaro, Pedrok e o mestre da vez, Guilherme Dei Svaldi, debatem escolhas, acontecimentos e curiosidades de Lágrimas da Dragoa Rainha, a primeira stream canônica de Tormenta20! E claro, sobrou um tempinho para tirar as dúvidas dos nossos Conselheiros!

Twtich da Jambô: twitch.tv/jamboeditora

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Créditos
Participantes:
Felipe Della Corte (Twitter ), Karen Soarele (Twitter | Livros), J. M. Trevisan (Twitter | Livros), Leonel Caldela (Twitter | Livros), Marcelo Cassaro (Twitter).
Edição: Adonias Marques (Portifolio | Instagram)